A dimensão econômica
da Cultura e seu potencial gerador de empregos bem remunerados serão
o foco do debate sobre Economia Criativa que ocorrerá no próximo
dia 20 de agosto, às 9h, no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do
Rio de Janeiro. Na ocasião, representantes de diversos setores
debaterão o papel do Legislativo na construção de um Marco Legal e
de políticas públicas que permitam a capacitação de profissionais
para atender o setor. Esses foram os principais pontos definidos,
nesta quinta (09), durante reunião do Fórum Permanente de
Desenvolvimento Estratégico do Estado na sede do Sebrae, Centro do
Rio.
Os setores incluídos
na classificação da Federação das Indústrias do Rio
para Economia Criativa são: expressões culturais, artes cênicas,
artes visuais, música, filme e vídeo, TV e rádio, mercado
editorial, software e computação, arquitetura, design, moda e
publicidade. Convidados pelo presidente da Alerj e do Fórum,
deputado Paulo Melo (PMDB), os secretários de Estado de Cultura, Adriana
Rattes, e de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, e
representantes da Firjan, do Sebrae e das universidades falarão
sobre o tamanho da Economia Criativa, que tem como principal insumo a
criatividade.
“A criação, em
2011, de um grupo de trabalho para focar nesse setor foi o primeiro
passo para reunirmos dados e firmarmos um posicionamento a respeito
da vocação do nosso estado para a Economia Criativa”, disse a
secretária-geral do Fórum, Geiza Rocha. Também foi definido, na
reunião, que o tema que será debatido no próximo encontro da
Câmara Setorial voltada para esse assunto, em 25 de setembro, será
o papel da tecnologia na melhoria dos índices da Educação. Paulo
Protasio Junior, representante da Associação Comercial do Rio, enfatizou: “Precisamos trabalhar não só a formação do
aluno, mas também do professor”, completou.
Comunicação Social da Alerj
Edição: Camilo Borges
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